[... e sob o sol da toscana...]
domingo, 26 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Naquele dia a frágil era ela.
E naquela hora seus sentimentos - confusos e tristes - surgiram como ondas. Era instável.
Fugir ou chorar? pergunta ela.
Um suspiro. Recomponha-se!
Esquecer, ela pensa. Adiar.
Chorar, seu corpo manda.
Fugir, pra onde?
Eu a olho...
Desmontar ou levantar eu me pergunto.
Superar, eu vejo.
Estava tão decidido, que tão logo você a via alegre e leve...
assim, como deveria ser.
Ela é forte, concluo.
E naquela hora seus sentimentos - confusos e tristes - surgiram como ondas. Era instável.
Fugir ou chorar? pergunta ela.
Um suspiro. Recomponha-se!
Esquecer, ela pensa. Adiar.
Chorar, seu corpo manda.
Fugir, pra onde?
Eu a olho...
Desmontar ou levantar eu me pergunto.
Superar, eu vejo.
Estava tão decidido, que tão logo você a via alegre e leve...
assim, como deveria ser.
Ela é forte, concluo.
(Cons. M - para M.P)
tentativa bem sucedida.
tentativa bem sucedida.
domingo, 19 de abril de 2009
Folhas secas!
Sentada sozinha e chovia,
As folhas secas de outono molhadas no chão.
Enquanto a música tocava o tempo parava e o ar pairava sobre a minha cabeça.
Olhava para o NADA e deixava aquele chorinho gostoso transformar o meu silêncio em brisa de final de verão.
O sol veio e foi como se alguém tivesse piscado um raio amarelo... e ainda assim chovia...dentro e fora de mim.
Uma tempestade de vontades embaladas ao som de clarinete e violão.
O balanço da música fazia a caneta pintar no papel frases embaralhadas.
Os pensamentos que por ali flutuavam,resistiam em ser marcados com tinta, mas agradeciam a água que do céu caia.
Sentada sozinha e música sentia,
Lágrimas bêbadas de sono e cabelo despenteado pelo vento gélido
um tempo sem tempo, um ar meio denso
um vento que não lamento
palavras de alento
silêncio por dentro!
As folhas secas de outono molhadas no chão.
Enquanto a música tocava o tempo parava e o ar pairava sobre a minha cabeça.
Olhava para o NADA e deixava aquele chorinho gostoso transformar o meu silêncio em brisa de final de verão.
O sol veio e foi como se alguém tivesse piscado um raio amarelo... e ainda assim chovia...dentro e fora de mim.
Uma tempestade de vontades embaladas ao som de clarinete e violão.
O balanço da música fazia a caneta pintar no papel frases embaralhadas.
Os pensamentos que por ali flutuavam,resistiam em ser marcados com tinta, mas agradeciam a água que do céu caia.
Sentada sozinha e música sentia,
Lágrimas bêbadas de sono e cabelo despenteado pelo vento gélido
um tempo sem tempo, um ar meio denso
um vento que não lamento
palavras de alento
silêncio por dentro!
sexta-feira, 10 de abril de 2009
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