Era tão noite... não esperava que aquele que tem por herói, sonolento e destemido viesse de pouco em pouco, como era seu jeito, dizer o que parecia a muito estar sendo mastigado...Algumas lágrimas empoçaram um mar de entendimentos. A correnteza que dentro do peito ardia, voltou em calmaria. ainda assim, escorria em livre fluxo água doce. Fazia o contorno do nariz e se deixava derreter por entre os lábios dela. Nem o encontro dos braços mais acalentadores do mundo, impediram que torrencialmente noite a dentro, contasse os minutos em cota-gotas.
(m.P)