segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Entrepáginas de ser para ti
A felicidade era do tamanho
do mar...
Infinito como o mar.
O Sol não economizou em ser solar
e a curiosidade me fez amar mais ainda.
No telefone não ouvi a voz que me abraçava,
era o estranhamento...
da saudade.
A fragilidade deu um soco na boca do estômago
e foi desse ponto que a dor irradiou.
Como uma bomba atômica, a dor cogumelou.
(de mim, a tanto tempo mas não me esqueço.)
do mar...
Infinito como o mar.
O Sol não economizou em ser solar
e a curiosidade me fez amar mais ainda.
No telefone não ouvi a voz que me abraçava,
era o estranhamento...
da saudade.
A fragilidade deu um soco na boca do estômago
e foi desse ponto que a dor irradiou.
Como uma bomba atômica, a dor cogumelou.
(de mim, a tanto tempo mas não me esqueço.)
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Ela achou que ia aguentar.
Achou que doia por ser uma tristeza tão linda, dessas que se faz musica.
E ela fazia canções e achava que dessa vez ela ia aguentar.
Que era sempre tempestade, mas que é um cair de agua que faz a gente dançar.
Mas não dança. Ninguém dança.
Ela relampago e o mundo debaixo do lençol.
E ela chove sozinha. Chove de manhã e de madrugada. E chove muito.
Agora é quase outono e ela vai descansar.
Pra nunca mais ser nuvem, pra nunca mais chover.
Adeus.
(A.L)
Achou que doia por ser uma tristeza tão linda, dessas que se faz musica.
E ela fazia canções e achava que dessa vez ela ia aguentar.
Que era sempre tempestade, mas que é um cair de agua que faz a gente dançar.
Mas não dança. Ninguém dança.
Ela relampago e o mundo debaixo do lençol.
E ela chove sozinha. Chove de manhã e de madrugada. E chove muito.
Agora é quase outono e ela vai descansar.
Pra nunca mais ser nuvem, pra nunca mais chover.
Adeus.
(A.L)
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