sábado, 26 de novembro de 2011
Oi. Oi. Abraço e beijo. Beijo e abraço. Senta. Tah. Vamos? Uhum. Que mais? Alecrim! Sem alecrim. Tah... Doce? Simm! Cozinha? Claro! Por favor, o fogo? Como gosto de fogo. Olho pronto o que foi feito de tão pouco com cuidado – Pronto! Garfo? Mmm. Cama. TV por um tempo. Bastante tempo. Calor. Sua mão. Meus olhos – oblíquos. Boca... a sua. Continuam sendo meus olhos. Sono. Banho. Sono? Não. Luz. Horas? Cedo. Sono? Passou. Café e leite. Pão, eu com meu você com seu. Chove, lá fora. Meio cigarro. Fazer alguma coisa? Qualquer coisa. Frio. Cerveja, meio cigarro e Por que eu? Não sei, mas talvez saiba. Casa. Olhar de “está abusando da minha paciência”. Paciência. Bolo – como a chef, esquisito e ótimo. Telefone. Pq me ligas? Naaada, é que quase não nos falamos. É preciso tempo para observar – penso, não digo. Às vezes não é preciso dizer – digo, não penso. Engraçado...às vezes só nos fazemos companhia. Beijo. Beijo. Realmente, às vezes só às vezes, mas não é uma companhia vazia. Esquesito daqui, pelo tom suponho que esquisite de lá. Do verbo Esquesitar. Sentir no ar as perguntas feitas com um olhar embriagado de lágrimas. Desculpas num sussurro. Vocês estão...? Sim!(só para acalmar). Obrigações e conversa? Si mamasita. No te olvides...és una niña de família. Ocorre que quando tenho uma situação difícil, fica difícil de me encontrar, não que eu me perca, só que parece que o tempo corre de mim.
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